domingo, 3 de outubro de 2010

A cidade dos operários: a construção social do Bairro Getúlio Vargas por Cledir Lopes


Fonte: http://www.slide.com/r/mgSuH3Zx1D_zwuZyY1P4s2BSZ8wGmVjl?previous_view=mscd_embedded_url&view=original

No dia 1º de outubro de 2010, durante a formação em educação ambiental de professores da rede de ensino, o ProEA-PRG ofereceu a palestra "A cidade dos operários: a construção social do Bairro Getúlio Vargas", proferida por Cledir da Conceição Lopes, que também demonstrou seu pertencimento ao local pesquisado, por ser morador e conhecer dados, pessoas e parte da história do lugar.
Cledir Lopes é formado em geografia licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e atualmente é estudante do Programa de Pós-Graduação, nivel de mestrado em geografia, com a linha de pesquisa análise urbana; sua pesquisa gira em torno da habitação popular e produção do espaço urbano a partir da formação de bairros populares.
As imagens do passado em paralelo com as do presente foram obtidas por Cledir junto ao acervo da fototeca municipal do Rio Grande, localizada no Centro Municipal de Cultura.

Após as apresentações de Cledir Lopes e Gisele Santana, ocorreu debate com os professores da formação em educação ambiental, conforme imagem acima.
Foi uma atividade muito produtiva, envolvendo todos os presentes.

Formação e evolução da localidade da 4ª secção da Barra por Gisele Santana


Fonte: http://www.slideshare.net/zeroig/formao-e-evoluo-localidade-da-4seco-barra-by-gisele-santana

No dia 1º/10/2010, durante a formação de professores em educação ambiental, promovida pelo ProEA-PRG, ocorreu a apresentação da pesquisa de Gisele de Maria Santana, Geógrafa e estudante de Geografia (Licenciatura) da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, cujo tema foi "Formação e evolução da localidade da 4ª secção da Barra".
Gisele, como moradora da Barra trouxe aos presentes, não apenas a questão do pertencimento ao local, mas também a visão de quem vivencia aquele cotidiano. Uma pesquisadora que faz parte do olhar universal a partir do individual.
As imagens e os dados levantados encontra-se nos slides acima.

Os slides podem ser vistos também via Google Docs, através do link abaixo:

Formação e evolução da localidade da 4ª secção da Barra

ProEA inicia nova formação em educação ambiental com professores da rede de ensino



O ProEA está iniciando nova formação em educação ambiental com professores da rede pública de ensino do Rio Grande - RS - Brasil.
A formação é composta de encontros teóricos, na sala do programa, no armazém A5, do Porto, e saídas de campo.
Acima, imagens do encontro ocorrido dia 1º de outubro, onde os professores sistematizaram suas observação da saída de campo, conforme dados abaixo:

ANOTAÇÕES DAS OBSERVAÇÕES FEITAS NA SAÍDA DE CAMPO em 17/09/2010:

INTEGRANTES DO GRUPO 1:
Maria da Graça Marques – EMEF Profª Wanda Rocha Martins
Carmen Ballester – EMEF Profª Wanda Rocha Martins
Jane Luiza Coelho – EEEM Roberto Bastos Tellechea
Eleida Mariza Rodrigues Gomes – EEEM Brig. José da Silva Paes


DATA SAÍDA: 17/09/2010
LOCAL: BGV, Vila Sta. Teresa, Vila Mangueira e Barra

ANOTAÇÕES CONSIDERANDO OS SEGUINTES ASPECTOS:
mudança na paisagem até o local visitado;
primeira impressão: o que viu? Sentiu? Pensou?
O que vocês mais viram no local visitado?
Que cheiros sentiram?
Que sons ouviram?
O que mais impressionou ao grupo?
O que poderia ser diferente?
Outras observações:

Saindo do Porto até chegarmos ao BGV observamos que a paisagem sofreu muitas modificações, por exemplo: no centro as ruas são asfaltadas, muito trânsito de pessoas e carros, muito comércio e serviços em geral. Nesta área há um acúmulo de residências com boa infra-estrutura. Já no BGV ocorre exatamente o oposto as pessoas sofrem com o descaso do poder público que não cumpre com sua obrigação, de dar o mínimo de condições de sobrevivência para a população mais carente. Sentimos muita tristeza em ver seres humanos vivendo no meio de lixo e esgoto a céu aberto. As ruas são desorganizadas, o mau cheiro é intenso, e muita pobreza ao redor. A maioria das moradias são posses e essas pessoas estão removidas para outros lugares devido ao projeto de expansão do Porto.
O crescimento das indústrias, que geram empregos e desenvolvimento para a região, trouxe também muita população. As fumaças lançadas pelas chaminés das fábricas é uma vergonha, poluem o ambiente a sua volta e arredores, pois a poluição é levada pelo vento que predomina na nossa região até bairros bem distantes. Além do ar as águas sofrem com os resíduos químicos e esgotos lançados sem nenhum tratamento na laguna dos Patos e Saco da Mangueira prejudicando a sobrevivência dos pescadores artesanais que vivem da pesca nesta área e causando doenças com o mau cheiro intenso.
Pensamos que os órgãos responsáveis pelo bem estar do meio ambiente deveriam agir com mais rigor e obrigar as indústrias a poluírem menos.
Em todos os locais visitados observamos sempre muita quantidade de lixo. Inclusive na barra um garoto jogava na água muitas garrafas pet. Essa criança precisa de educação ambiental, pois se soubesse o dano que causa essa atitude ao meio ambiente, certamente não o faria. Falta de saneamento básico, falta de área para lazer. Muitos jovens pelas esquinas sem ocupação. Não há valorização na região da Laguna, área que deveria ser explorada com sustentabilidade para a população local.
Tudo poderia ser diferente se o poder público investisse realmente em políticas voltadas para a sociedade, principalmente para as menos favorecidas. Que lembrassem das comunidades que vivem em precárias condições não só na época de querer o seu voto. Nas campanhas públicas todos temos direitos iguais, mas depois esquecem disso.

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GRUPO 2:

Aline Pinto Amorim – CE Lemos Junior
Marilda Senna Alvarez – CE Lemos Junior
Marcia Regina Xavier Marques – CM São Francisco
Claudia Simone de Figueiredo Batista – EMEF Dr. Roque Aita
Ector Popiorek – CE Lemos Junior


1 Uma das principais questões que nos chamou atenção durante a saída realizada foi o grande contraste que percebemos nas localidades visitadas. Logo no início saímos da área central e em poucos minutos chegamos a uma área favelizada, sem condições de saneamento e moradias, encostados no muro do Porto. Atrás deste muro havia muitos carros, e tratando a riqueza e a pobreza na cidade.
Percebemos cheiros de esgoto misturando-se ao cheiro da comida e a falta de condições de lazer, sendo que vimos crianças jogando bola na rua e adolescentes nas esquinas.
Nas demais áreas visitadas já não sentimos os cheiros com tanta intensidade, pois o vento colabora para espalhar. Porém, visualizamos a poluição dos canos das casas liberando diretamente no chão os seus dejetos.
Percebemos em todas as áreas a desigualdade social evidenciado e refletimos sobre o crescimento e expansão que estão sendo exaltados na nossa cidade atualmente.
Que desenvolvimento é este? Que planejamento está sendo realizado? ...

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GRUPO 3:

Juliana Bolera Lemos – EEEM Silva Gama
Flora – EEEF Ernesto Pedroso
Adriane Abreu Duraisti – EEEM Silva Paes
João Carlos Geitems – EEEM Tellechea


Introdução:

O presente relato faz parte da primeira saída de campo do Curso de formação de professores em Educação ambiental, ou melhor dizendo em educação, cidadania e política.
Desta maneira, através de um passeio por alguns bairros da cidade do Rio Grande foi possível observar os diferentes contextos, características, curiosidades, culturas e hábitos das pessoas que ali habitam.
Sendo assim, é importante salientar que os pesquisadores/professores são leigos neste assunto, mas é esta a única maneira de conseguir se posicionar e debater indo a campo e sentindo na pele o que essas comunidades vivem e passam.

Ponto 1 – Porto Novo:

É relevante a importância do porto para a ossa cidade, tanto para importação quanto para exportação. Mas o que se vê ao dobrar qualquer esquina para dentro de um bairro é a desigualdade gritante que existe da riqueza do porto para a pobreza do bairro.
Ao chegarmos a curiosidade das pessoas era latente, achavam que éramos turistas, que ironia né? Somos riograndinos, só não conhecíamos a realidade nua e crua.
Contudo, o que mais marcou foi uma placa em uma casa que dizia: “vende-se marmitex, picolé e sacolé e lava-se roupas para fora”, isso nos leva a pensar o que não se faz para sobreviver, ou melhor, se tiver que fazer de tudo um pouco para viver melhor se faz.

Ponto 2 – Muro (Limite do Porto e BGV):

A entrada já foi conturbada, a rua estava fechada e em obras da Corsan. Na rua Saul Porto 125 uma frase pintada com têmpera em uma placa de madeira nos chamou a atenção: “JESUS SALVA O PECADOR”.
Uma rua e um paredão dividindo os cidadãos, de um lado o rico complexo do Porto e de outro a miséria de uma super população. De um lado os becos e os barracos de madeira e na outra quadra casas de material.
O cedro é um bairro muito populoso, que não possui esgoto e tem muito lixo. Ele se localiza do lado do centro da cidade por isso é bem barulhento, carros, ônibus, buzinas e griteiros.
Os atores sociais são na maioria os jovens, crianças que se divertem e jogam no meio da rua e a gurizada adolescente que fica nas esquinas.

Ponto 3 – Santa Tereza:

O que mais nos chamou a atenção foi um posto policial depredado, sem teto e parede com um PM lá dentro com uma moto, como se pudesse ajudar de alguma forma.
A Santa Tereza é um bairro considerado de classe média baixa, o que condiz com as casas e com os moradores, que são super educados. Como um dos atores um pescador artesanal de mais ou menos 55 anos que nos relatou sua experiência dos meses que a P53 (plataforma petrolífera) estava em Rio Grande despejando todo o seu esgoto na praia, o qual contaminou a água e prejudicou a pesca do local.
E por último um depósito velho de adubo (fertilizante) que está sendo desmanchado e está contaminado, bem perto do trapiche que possui muita sujeira. Sendo assim, é um bairro com características bem nobres, mas com pouco suporte para se manter.

Ponto 4 – Mangueira:

Na entrada ficamos chocados quando soubemos que “aqueles paus amarelos eram a linha de passagem dos dutos da Petrobrás”, o que além de fazer mal para os moradores, ainda coloca toda uma região em risco. Sem deixar de falar no cheiro forte das empresas que ficam bem ali atrás.
E um bairro que vai ser todo retirado daquela área, porque é todo de ocupação. Tem características de cidade rural, possui terras espaçosas e campos grandes, comunidade com poucas pessoas, estas acanhadas e tímidas. De um lado a pobreza com casebres, de outro a riqueza com televisão de plasma, Sky (antena) e carros de luxo.

Ponto 5 – Resíduo industrial:

As emissões de resíduos é fortíssima, o cheiro de amônia e chuva ácida torna a respiração mais profunda e ardorosa, isso tudo misturado a muita névoa, poeira e fumaça.
Sendo assim, a paisagem é chocante, a grama e as árvores não tem cor, ou melhor, são queimadas e acinzentadas devido a “todo o pólo petroquímico”, que contém diferentes tipos de fábricas e indústrias.
Os atores sociais que ali transitam é maioria de homens e esta população é flutuante, quase todos trabalhadores que sofrem com os efeitos da poluição como: queda de cabelo, doenças respiratórias, problema de visão, fadigas, falta de concentração entre outros.

Ponto 6 – Dique seco:

Um dos pontos que mais marcaram a nossa saída foi aquele morro gigantesco de areia e a poeria dos caminhões que acarretam numa secura em extremo. Foram retiradas 22 famílias dali, mas 6 ainda residem no dique porque alegam, isso relatado por uma moradora de 22 anos que a zona é boa para a pesca com botes pequenos.
O bairro não tem energia elétrica e nem tratamento de água, mas mesmo assim as pessoas afirmam que não vão sair dali de jeito nenhum, até porque o Movimento nacional de luta pela moradia é muito forte em Rio Grande e dá um auxílio para eles.

Ponto 7 – Barrinha:

É a Barra Nova, conhecida como “Rocinha”. O bairro é todo de ocupação, tem uma rua e péssimas condições de moradia, com esgoto a céu aberto e muitas valetas.

Ponto 8 – Barra:

Como característica principal tem o cheiro da maresia, praia e pescaria. Tem muita organização tanto na pesca como na venda do pescado, com armazéns na saída do trapiche a beira mar. Os pescadores usam embarcações maiores, pois a pesca já é industrial.
É uma comunidade mais afastada da cidade, bem fechada e considerada uma zona rural, que com certeza existe pobreza, mas miséria não. Possui uma rua principal e uma prainha, o que já é o suficiente para ser um dos bairros mais bonitos da cidade.

Conclusão:

Nota-se que Rio Grande cresceu de uma maneira desordenada e não planejada. Desta forma, torna-se imprescindível uma maior preocupação da população em geral com a “sustentabilidade”, ou seja, uma gestão ambiental, maior responsabilidade e mais educação para as crianças e jovens. Só esta será a saída para um futuro melhor e com qualidade de vida.
Desta forma, pontuamos todos os bairros igualmente, com 1 ponto. Embora sendo um bairro totalmente diferente do outro, eles possuem as mesmas deficiências e problemáticas, os mesmos pontos positivos e negativos quando se fala em falta de cuidado consigo, com os outros e com a natureza, com a falta de responsabilidade social das empresas e da desigualdade, que são alguns dos fatores que acarretam as mudanças ambientais globais.

domingo, 12 de setembro de 2010

Portalis - Jogos de Educação Ambiental para Crianças



O portal (imagem acima) de Jogos de Educação Ambiental para Crianças - Portalis.

Apresentação do portal por ele próprio:

"O Portalis é um grande defensor da natureza e da preservação do meio ambiente, por isso sempre que possivel incentiva a educação ambiental direccionada às crianças. É de suma importancia que os pais se conscientizem que é necessário ensinar os filhos desde pequenos a não jogar lixo nas ruas, a preservar plantas e animais, a reciclar materias e reaproveitar sobras, a economizar água, a conhecer as fontes de energias renováveis, etc.

Só assim, conseguiremos conscientizar esta nova geração e alerta-los para os perigos que o planeta Terra corre actualmente com o progresso desenfreado, e a não preocupação dos ser humano com as próximas décadas. Deixo-vos abaixo um link onde é possivel encontrar jogos de educação ambiental para crianças, onde elas poderão aprender tudo sobre a natureza e ao mesmo tempo divertirem-se! Clique no link abaixo":



Jogos de Educação Ambiental para Crianças

http://www.eb1-vila-nova-mil-fontes.rcts.pt/agrupamento/livro/exemplo.html

O portal é possível encontrar cerca de 60 jogos educacionais, com a temática ambiental, dividido por temas como: animais, plantas, reciclagem, poluição, energias e água. Uma ótima atividade para ser desenvolvida com alunos das séries iniciais.

Sugestão: Profª. Ieda Duval Freitas.

Carta da Terra para Crianças


Fonte: http://www.slideshare.net/criancaemrede/carta-da-terra-para-criancas-4482904

Os slides acima, Carta da Terra para Crianças, como o próprio nome indica, é um ótimo material para esse primeiro contato sobre de educação ambiental com os jovens, no ambiente escolar.
Sugestão: profª. Janaina Martins.

ECOMEN - Portal de Educação Ambiental Infantil



Portal ECOMEN para trabalhar educação ambiental com crianças, possui espaço para atividades como quadrinhos, tiras, jogos, downloads, etc.
Abaixo, link para o referido portal.

ECOMEN

http://www.ecomen.com.br/

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mapas conceituais: imagens e link para o texto completo




Imagens acima, da atividade proposta por Ana Carolina Moura - oceanóloga, mestre em educação ambiental e integrante do ProEA-PRG -, utilizando-se de mapas conceituais, juntos aos demais participantes do Programa, durante o dia 14/04/2010.
Abaixo link e endereço para o texto completo sobre mapas conceituais:

Mapas conceituais

http://www2.iq.usp.br/docente/famaxim/disciplina/integrada/mapasport-Moreira.pdf

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mapa da água no mundo

Olá amig@s!
Como o assunto é água, aproveito para compartilhar um mapa global desse recurso, obtido através de um recente estudo do IWMI...vejam que a escassez de água é uma realidade em muitos países...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Lamento das Águas, por Raquel Rodrigues de Farias (video)


Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=2edQ7-LXgx8

O vídeo acima, gravado em 27/11/2009, trata-se da canção Lamento das Águas, da profª Raquel Rodrigues de Farias, também cantora e compositora, que desenvolve com seus alunos da rede pública estadual o projeto EduCanto - Educar Cantando.
A gravação foi feita durante reunião do ProEA-PRG, no armazém 5, do Porto do Rio Grande pelo multiplicador em informática educativa José Antonio Roig, do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) Rio Grande/18ª CRE, que posteriormente editou o referido vídeo, no Moviemaker, publicando-o no You Tube e depois gerando endereço pra publicação no blog do Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande - RS - Brasil / ProEA-PRG.
Educação, tecnologia, meio ambiente, arte e cultura estão interligadas, dialogam entre si, são intertextuais e dinâmicas...

Água: Alimento da Vida II


A água, tão falada e discutida, tomou o lugar no mundo; tão importante que molhou a planta, renovou o ambiente, saciou a sede e alimentou as espécies.
O planeta Terra, é também conhecido como “Planeta Água” (por causa de sua constituição de cerca de 75% de águas) e tem estado doente devido a ação irresponsável dos próprios seres humanos, que de forma inconsciente, vem acabando com esse bem.
“Ah, se essas águas falassem um dia”, juro que tu iria te envergonhar.
Esse lamento tem sido alvo de muitas discussões, pois mesmo vivendo no “Planeta Água”, vivemos o dilema da escassez desse bem precioso, responsável pela vida no planeta.
Isso porque, a água no mundo é distribuída de forma desigual. Mundialmente falando, o Brasil é um país privilegiado, pois tem um dos maiores recursos hídricos do mundo. Contudo, no “Planeta Água”, alguns países vivem a falta da mesma e a busca de alternativas para a sobrevivência.

A água é um elemento fundamental para a vida no planeta.
Neste sentido, a cidade do Rio Grande ocupa um lugar privilegiado, pois está envolta de águas de todos os tipos: salgada, doce e salobra.
No entanto, para nosso consumo, utilizamos a água (tratada pela CORSAN) proveniente do canal do São Gonçalo, localizado próximo ao limite dos municípios do Rio Grande e Pelotas. O uso da água é distribuído da seguinte forma: 80% para a agropecuária, 12% para a indústria e 8% para uso doméstico. Este percentual elevado de uso da água na agropecuária é uma realidade mundial.

Observação 1: Texto produzido pelos integrantes do ProEA-PRG, no dia 27/11/2008.

Observação 2: Imagem acima (formato giff), extraída do endereço abaixo
http://www.gifmania.com.pt/astronomia/tierra/

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Água Alimento da Vida

A cidade de Rio Grande utiliza água proveniente do Canal São Gonçalo para a agricultura, e quando tratada pela Corsan é distribuida para o uso doméstico e para as indústrias.

O complexo indústrial de Rio Grande é formado por indústrias de fertilizantes, petroquímicas, naval, pesqueira etc...

A água utilizadas nestes processos (tanto industrial quanto doméstico) retorna para a laguna, distribuindo-se pelos marismas, sacos e todos os mananciais de água localizados neste ambiente.

Ao mesmo tempo que a água traz alimento ela também é afetada pela contaminação e poluição, através de dejetos químicos lançados e pelo esgoto doméstico, que alteram a natureza da água.

A contaminação da água interfere diretamente na produção da pesca artesanal e na vida daqueles que não se adequaram a economia global.

Onde esta a nossa água?
No nosso corpo, no ar, nas plantas, alimentos, nos brinquedos em tudo...
E no desperdício... consumismo exacerbado, na falta de políticas públicas voltadas para uso adequado da água.

Ausência de conscientização:
Vida é água!
Água é vida!

Você tem sede de quê??

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Desenho esquemático do ciclo do uso da água em Rio Grande



Observação: desenho esquemático do ciclo do uso da água em Rio Grande, para colocação em futuro folder do ProEA-PRG.

Lamento das Águas, por Raquel Rodrigues de Farias



Imagem acima, da letra da canção "Lamento das Águas", de autoria da professora Raquel Rodrigues de Farias, da EEEF Saldanha da Gama, localizada na 4ª Secção da Barra, no município do Rio Grande - RS - Brasil.

Observação: para ler na íntegra a canção, basta clicar duas vezes sobre a imagem.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Esboço do cartaz do ProEA-PRG



Através de trabalho colaborativo entre os integrantes do proEA-PRG, foi esboçado, imagens acima e texto abaixo, alguns dos valores a constar no cartaz:

Título:


Capitãozinho:

"Navegando nessas águas revelamos nossa história".

Boto:

"Você pode me encontrar nesta água salobra ou nas águas do mar. Nesse vai e vem das águas, vejo barcos a navegar."

Gaivota:

"Observando esta beleza, venho aqui me alimentar. Neste ambiente de marismas e lagoas lugar melhor não há".

Leão:

"Viajo por muitas águas buscando me alimentar, mas é nas pedras dos molhes que venho descansar".

Siri:

"Entre a praia e o mar muitas coisas pra conservar e muitas histórias de pescador para contar".

Trabalho de Sizeli e seus alunos da Escola Loréa Pinto

A nossa Laguna dos Patos
É lugar de procriação
Então, temos que avaliar nossos atos
Para não causar poluição.
Esse rico estuário
Abriga peixes e camarão
Que fazem dele um berçário
Para seus bebês manterem sob proteção.

Nesse rico ambiente
Tão comprometido com a p0luição
Filtrando os poluentes
Entra a macega mole em ação.

É destino do estuário
Esgotos clandestinos receber
Tornando a vida das espécies um calvário
E todos fingindo nada saber.

Próximo do estuário temos também o lixão
Depósito de lixo a céu aberto
Com matéria orgânica em decomposição
Além de atrair ratos e insetos
Forma o chorume que é um vilão
Líquido escuro, mal cheiroso tem destino certo
Entra no lençol freático sem nenhuma encabulação
E na laguna chega, por ser muito perto
E as espécies ali residentes sofrem destruição.

Se os peixes pudessem falar
Diriam: - Os fitoplanctons estão a nos alimentar
Sem eles nosso alimento não podemos fabricar
Absorvem água, CO2 e energia solar
Transformando em alimento para toda a cadeia alimentar.

Fonte:

http://sizelidavid.blogspot.com/2009/01/trabalho-sizeli-e-seus-alunos-do-lora.html

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Blog do ProEA-PRG

Este blog foi criado para ser o ambiente virtual e colaborativo para troca de experiências entre os integrantes do ProEA-PRG (Programa de Educação Ambiental do Porto do Rio Grande), no município do Rio Grande - Rs - Brasil.